sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

AS DITADURAS DISFARÇADAS DE DEMOCRACIAS, SÃO AS PIORES

Pior do que ter um ditador, que sabemos ser ditador, que não engana ninguém, onde sabemos o que nos espera se pensarmos de forma diferente, é termos um ditador que disfarçado de democrata, usurpando  direitos, integridade e falando de forma a que tudo pareça ser como pensa ter que ser....
É difícil percebermos como vamos viver, quando tudo o que acontece parece não ser o que realmente é, e nós simples plebeus não percebemos o que é verdade, ou mentira, levando-nos a desacreditar em tudo o que são os princípios da democracia!
E esta metodologia de governo tentacular, parece um cancro maligno que se espalha por todos os que governam, começou nas copulas, mas vem até aos autarcas, que fazem o que lhes dá na real gana, sem que sejam por tal responsabilizados.
O mais grave, disto tudo é que esta geração que se diz de Abril, que afirma ter aberto o País para a liberdade, o está a aprisionar, não só os que agora estão, mas as futuras gerações, porque deixamos que um conjunto de incompetentes bem falantes nos governem, ou um conjunto de seres gananciosos que não conseguem ver a causa pública, mas a sua causa, destruindo à sua passagem todos os laivos de desenvolvimento, por uns poucos de euros extorquidos, não percebem essas pessoas a sua real responsabilidade e Nós simples plebeus damos-lhes a força necessária, porque continuamos, inocentemente, a acreditar que o nosso umbigo é mais importante que o resto do Mundo, esquecendo-nos que o Mundo é feito dos umbigos de todos nós.
Vamos mudar isto, vamos pensar colectivo, vamos pensar colectivo, VAMOS LIBERTAR O PAÍS DA PRISÃO DOS INTERESSES MESQUINHOS E CORPORATIVOS QUE TANTO TÊM LESADO PORTUGAL.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Vamos começar a cortar no sitio certo

O País está em crise, não há dinheiro para tudo, então deveríamos começar a cortar, nos subsídios por exemplo:

Se o subsídio de alojamento fosse suspenso aos deputados poupar-se-iam 2.340.000,00 €;
Se todos os subvencionados (senhores que estão a receber uma mensalidade sem ter idade da reforma, ou qualquer deficiência física) poupar-se-iam 4.580.000.000,00 € sim mais de quatro mil milhões de euros anualmente;
Se os Governos Civis fossem extintos poupar-se-iam 2.000.000,00 €;
Em três exemplos de corte, que não afectariam, ninguém, de forma injusta e não prejudicariam os principais sectores do estado poupar-se-ia quase cinco mil milhões de euros!
Não sou economista, nem tenho acesso a todos os dados, estes são os que vão sendo divulgados na comunicação social e estão nos diferentes ministérios, isto é sem saber ler nem escrever, conseguiria um corte nos gastos do estado e não aumentaria o IVA, não diminuiria os salários, não aumentaria os custos da segurança social e provavelmente o País poderia crescer um pouco, pois o consumo não seria diminuído.
Se querem ajudar o Governo dêem sugestões, devem ser milhares, como poupar sem prejudicar quem apenas contribuiu com o voto (ou sem ele) para este estado da nação.
Ajudem os nossos governantes com sugestões de onde cortar sem prejudicar o Povo Português

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Este desabafo não é responsabilidade de nenhuma candidatura!

Este desabafo não é responsabilidade de nenhuma candidatura!
É antes um grito de revolta contra o sistema que nos governa desde 74 e que criou uma teia de interesses que assentam nos partidos e em quem neles está instalado e vive não pela sua competência, mas pelos favores que trocou e por ter personalidade seguidista, que é o mesmo que dizer sem personalidade.
A incoerência é a forma de estar desta classe política, que faz o que o partido diz e espera que a “Gamela” lhe seja colocada, em que os interesses da comunidade são o que menos interessa, desde que os seus sejam satisfeitos. Isto levou-nos a um País que nos envergonha, onde há suspeita sobre todos os que Militam e são cúmplices dos partidos. Olhem para a esquerda, para o centro, ou para a direita e apenas vêm gente pensando como se governar, esquecendo-se do povo, todos os dias.
No País pagamos a três (ex)Presidentes e fornecemos todas as mordomias que lhe são inerentes. Em todos os Municípios existem (ex)Presidentes de Câmara que têm subvenções vitalícias, Há milhares de políticos que sem ter idade para a reforma, já as recebem, será que esta gente não deveria ser altruísta o suficiente para suspender estas chorudas subvenções, que não são assim tão pequenas.
Todos os dias são fomentadas politicas caciquistas, colocando poder nas mãos de gente do aparelho, que nada provaram na vida sem ser a sua capacidade para dizer que sim!
Os partidos tudo isto promovem, mas nós, meros cidadãos também temos imensa culpa, pois votamos e quando o fazemos vamos atrás das máquinas partidárias, deixamo-nos iludir pelas promessas ocas que um bando de políticos profissionais, que segunda-feira são deputados e votam pelos PEC todos e na terça-feira, dizem nada ter a ver com o apertar do cinto, ou com a crise, pois, a maioria, deve ter começado “ontem” a ter responsabilidades governativas …
Eu tenho quarenta e três anos e já passei mais de metade da vida, mas quando vejo o que a geração anterior e a minha vai deixar como herança, sinto-me envergonhado, os nossos filhos e netos, vão pagar o que nós deixamos roubar, porque má gestão ou gestão danosa é roubo. Será que quer deixar o futuro dos seus filhos e netos hipotecado, pelos erros dos políticos profissionais, que por aí pululam? Eu não quero! Até hoje apenas trabalhei, paguei os meus impostos e esperei que aqueles que nos governam - porque para tal se candidataram - fizessem o trabalho, para que são pagos. Por isso vou gritar com todas as minhas forças contra as injustiças que se vivem neste País, todos os que se quiserem juntar serão bem vindos e importantes para mudar o rumo deste País, esperando que no resto de vida que tenho consiga deixar outro tipo de herança à próxima geração, que não seja a de pagar o que outros gastaram.
Vou começar nestas eleições votando no único candidato que não é político profissional e já deu provas inequívocas, da sua competência como gestor e Homem solidário e que nada teve a ver com o lamaçal em que o País se encontra! Vou votar Fernando Nobre
No entanto prometo manter este espaço livre para que se inicie um novo rumo para Portugal, em que a voz de cada cidadão seja importante, em que não se pense na urgência do presente, mas no futuro de um Pais!